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OAB-RJ debate uso de inteligência artificial em leilões e destaca papel da advocacia na segurança jurídica

O uso da inteligência artificial em leilões e seus impactos na prática jurídica foram discutidos na quinta-feira (16/4), em evento promovido pela OAB Rio de Janeiro, no auditório da ESA-RJ. O encontro reuniu advogados, leiloeiros e operadores do Direito para tratar das implicações jurídicas da adoção da tecnologia no setor.

A presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basílio, afirmou que o avanço tecnológico exige atenção aos limites legais. “A inteligência artificial traz agilidade e eficiência, mas não pode atropelar a segurança jurídica. É essencial garantir transparência e conformidade com o devido processo legal”, disse.

A presidente da Comissão Nacional de Leilões do CFOAB, Lucia Mugayar, destacou que a tecnologia deve ser utilizada como apoio à atuação jurídica. “A inteligência artificial não pode assumir o protagonismo de um sistema que exige interpretação e responsabilidade. Ela é ferramenta, não autora da decisão”, afirmou.

Segundo ela, o uso da IA exige curadoria humana na validação dos resultados. “A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas não substitui o olhar jurídico. A segurança jurídica continua sendo o nosso maior ativo”, acrescentou.

Para a presidente da Comissão de Leilões da OAB-RJ e membro consultora da comissão nacional, Juliana Araújo, a incorporação da tecnologia já integra a prática do setor e exige atenção à forma como é aplicada. “A inovação precisa caminhar com responsabilidade”, afirmou.

A programação incluiu dois painéis. O primeiro tratou dos impactos da inteligência artificial na prática jurídica. O segundo abordou o uso da tecnologia nos leilões judiciais, com foco em aspectos operacionais e jurídicos da sua aplicação.

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